O que aprendemos construindo o fluxo que leva a prescrição de um residente até a fita entregue na casa — e conferida.
A diferença entre vender remédio para uma casa de repouso e assumir a medicação contínua dela. O que muda no faturamento, no estoque, no risco e no que o sistema precisa saber fazer.
Por que a maior parte do retrabalho na produção de fita nasce antes da máquina — na validação da posologia e no matching do SKU.
Da prescrição ao recebimento assinado: as cinco perguntas que uma operação madura responde em uma tela.
Quer ver como isso funciona na sua operação? A demonstração é guiada, com as suas prescrições e o seu fluxo.
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